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Os 9 vírus mais mortais da Terra

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Nós já batalhamos contra muitos vírus, e ganhamos, erradicando doenças perigosas do planeta. No entanto, como o surto de ebola atual demonstra, estamos muito longe de vencer a guerra. A cepa que está devastando a África Ocidental, Ebola Zaire, mata até 90% das pessoas que infecta. Apesar de assustador, esse número fica menor se comparado a outros vírus igualmente mortais ou ainda piores que existem na Terra. Confira os nove assassinos mais virulentos do mundo, com base na probabilidade de uma pessoa de morrer se for infectada com um deles, o grande número de pessoas que já mataram, e se representam uma ameaça crescente:
9. Vírus de Marburg
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O vírus de Marburg é semelhante ao ebola no fato de que ambos podem causar febre hemorrágica, o que significa que as pessoas infectadas desenvolvem febre alta e sangramento pelo corpo todo que pode levar a choque, falência de órgãos e morte. A taxa de mortalidade no primeiro surto foi de 25%. Mais tarde, em um surto ocorrido entre 1998 e 2000 na República Democrática do Congo, bem como no surto de 2005 em Angola, essa taxa foi de 80%, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS).
Veja imagens incríveis e psicodélicas de vírus aterrorizantes
8. Ebola
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O ebola é transmitido pelo contato com sangue ou outros fluidos corporais de pessoas ou animais infectados. As cepas conhecidas variam drasticamente em sua letalidade. Uma delas, Ebola Reston, nem sequer deixa as pessoas doentes. Já a cepa Bundibugyo tem uma taxa de letalidade de até 50%, enquanto a cepa Sudan tem uma taxa de até 71%. O surto em andamento na África Ocidental começou no início de 2014 e é o maior e mais letal da doença até o momento, segundo a OMS.
7. Raiva
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A vacinação antirrábica para animais, introduzida na década de 1920, tornou a doença extremamente rara no mundo desenvolvido, mas a condição permanece um problema grave na Índia e em partes da África. A raiva destrói o cérebro, mas felizmente existe tratamento contra ela. No entanto, se alguém infectado não for cuidado, tem 100% de chances de morrer. O mais preciso e completo modelo 3D de um vírus que certamente já te deixou doente
6. HIV
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A doença infecciosa que mais afeta a humanidade atualmente é o HIV. Estima-se que 36 milhões de pessoas morreram do vírus desde que a doença foi identificada pela primeira vez, no início de 1980. Medicamentos antivirais poderosos tornaram possível para os pacientes viver durante anos com HIV, mas a doença continua sem cura e devasta muitos países de baixa e média renda, onde 95% das novas infecções por HIV ocorrem. Segundo a OMS, quase 1 em cada 20 adultos na África Subsaariana é HIV-positivo. Competição mostra belas imagens do mortal vírus HIV
5. Varíola
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Em 1980, a Assembleia Mundial da Saúde declarou o mundo livre da varíola. Antes disso, porém, ela matou muitos seres humanos. 1 em cada 3 infectados perecia. Os sobreviventes ficavam com profundas e permanentes cicatrizes, além de, muitas vezes, cegueira. As taxas de mortalidade eram ainda mais elevadas em populações fora da Europa, onde as pessoas tinham pouco contato com o vírus. Por exemplo, historiadores estimam 90% da população nativa das Américas morreu de varíola introduzida por exploradores europeus. No século 20, por si só, a varíola matou 300 milhões de pessoas.
4. Hantavirus
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Síndrome pulmonar por hantavírus (HPS, na sigla em inglês) é uma doença que causa falta de ar. O vírus não é transmitido de uma pessoa para outra, e sim contraído por exposição a excrementos de ratos infectados. Até hoje, mais de 600 pessoas nos EUA pegaram HPS, e 36% morreram da doença. Anteriormente, um hantavírus diferente causou um surto no início de 1950 durante a Guerra da Coréia, na qual mais de 3.000 soldados foram infectados e cerca de 12% morreram. Doenças virais: crianças imunes a vírus podem ser a chave para o tratamento
3. Influenza
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Durante uma temporada normal de gripe, até 500.000 pessoas em todo o mundo morrem da doença, segundo a OMS. De vez em quando, quando uma nova cepa emerge, resulta em uma pandemia com taxas de mortalidade mais elevadas (por exemplo, gripe aviária ou gripe suína). A pandemia de gripe mais letal de que temos conhecimento foi a chamada gripe espanhola, iniciada em 1918. Ela matou até 40% da população do mundo, ou cerca de 50 milhões de pessoas. Se uma nova estirpe da gripe tão letal quanto essa surgir novamente, teríamos um problema enorme.
2. Dengue
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Até 40% da população mundial vive em áreas onde a dengue é endêmica. A doença – e os mosquitos que a carregam – devem se espalhar ainda mais conforme o mundo aquece. A dengue adoece 50 a 100 milhões de pessoas por ano, de acordo com dados da OMS. Embora a taxa de mortalidade da condição seja menor do que alguns outros vírus – 2,5% -, ela ainda pode causar uma doença chamada dengue hemorrágica com uma taxa de mortalidade de 20%, se não for tratada.
Encontrado novo alvo para a vacina contra o vírus da dengue
1. Rotavirus
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A principal causa de doença diarreica grave entre bebês e crianças pequenas são os rotavirus. Eles podem se espalhar rapidamente, através do que os pesquisadores chamam de rota fecal-oral (o que significa que pequenas partículas de fezes acabam sendo consumidas). Embora as crianças no mundo desenvolvido raramente morram de infecção por rotavírus, a doença é uma grande assassina no mundo em desenvolvimento, onde tratamentos de reidratação não são amplamente disponíveis. A OMS estima que, em todo o mundo, 453 mil crianças menores de 5 anos de idade morreram de infecção por rotavírus em 2008. Duas vacinas estão agora disponíveis para proteger os pequenos contra a doença, e os países que as introduziram relataram quedas acentuadas nas internações e mortes pelo vírus.

10 coisas que você não sabia sobre gordura. A 9ª vai te deixar de boca aberta!

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Para a maioria das pessoas, gordura é sinônimo de coisa ruim. Mas tem muito mais aí para descobrir. Nossa compreensão sobre as temidas gorduras, incluindo aquelas que são realmente boas para nós, está evoluindo. Já sabemos, por exemplo, que carne vermelha, bolos e biscoitos são ricas fontes de ácidos graxos saturados e estão associados a um aumento do número de mortes por doenças cardiovasculares. Sabemos também que, por outro lado, nozes, peixes e produtos lácteos oleosos, que são ricos em gorduras saturadas, estão associados com menor risco desse tipo de doença.
Tipos de gorduras
Existem quatro tipos principais de gorduras em nossos alimentos: gorduras polinsaturadas, monoinsaturadas, saturadas e, a talvez as mais famosas de todas, as gorduras trans. Cada uma delas tem diferentes propriedades físicas e químicas. Vegetais e óleos de cozinha, principalmente de girassol, soja e oliva geralmente contêm os dois primeiros tipos mencionados acima (gorduras polinsaturadas e gorduras monoinsaturadas), e gordura saturada em quantidades relativamente pequenas. Mas o óleo de palma, que tem um ponto de fusão mais elevado e passou a ser utilizado em muitos produtos, tem uma concentração bem alta ade gordura saturada.
Só por isso você já pode perceber que, quando o assunto é gordura, nem tudo é preto no branco.
Justamente por isso, de um tempo para cá, você deve ter percebido que o mantra das dietas vem se modificando. E onde é que as gorduras se encaixam em tudo isso? Aqui estão dez coisas talvez você não saiba:
10. A gordura é um alimento energético
A maior parte da nossa energia vem de carboidratos. Mas as fontes de gordura contribuem com algo entre um quarto e dois quintos do consumo de energia de um adulto, e metade de um recém-nascido. Em bebês, uma alta ingestão de gordura promove depósitos que o isolam contra a perda de calor. Dessa forma, comer mais pode dobrar o seu conteúdo energético. Da mesma forma, não comer gordura alguma, cortando alimentos como carne, leite e derivados, pode reduzir substancialmente sua energia.
Curiosidades:
1 grama de gordura tem 9 Kcal de energia;
1 grama de carboidratos tem 3,7 Kcal de energia;
1 grama de proteína tem 4 Kcal de energia;
1 grama de álcool tem 7 Kcal de energia.
Você não faz ideia do que acontece com a gordura que o corpo queima
9. Quanto menor for o seu consumo de energia, maior vai ser a sua perda de peso Reduzir o consumo de energia, ao invés de aumentar a atividade física, é o meio mais eficaz de reduzir a gordura corporal. Você pode conseguir isso comendo alimentos com baixo teor de gordura, cortando a gordura do seu bife e usando óleos com moderação. Outra coisa interessante: não há muita diferença no teor de gordura entre carne grelhada e frita.
E diminuir a ingestão de energia também exige limitar a ingestão de carboidratos e álcool.
8. A localização da gordura no corpo faz diferença
Ter um bundão + cinturinha é melhor para a sua saúde do que ter um barrigão + pernas finas, por exemplo. Isso porque o acúmulo do excesso de gordura corporal é mais prejudicial se for na cavidade abdominal ou do fígado, porque nessas regiões ela pode ser causa do desenvolvimento de diabetes tipo 2. Uma mulher com mais de 80 centímetros de cintura e um homem com mais de 94 nessa região tem o que se chama de obesidade central, marcador útil para prever o risco de diabetes tipo 2. As mulheres têm mais reservas de gordura subcutânea do que os homens, de modo que os homens armazenam esta gordura visceral em torno do abdômen. Quando a energia armazenada nas células de gordura é liberada, o processo de mobilização de gordura leva a ácidos gordos que entram na corrente sanguínea. A gordura visceral é mais rapidamente mobilizada do que a gordura subcutânea e pode se acumular no fígado. A gordura também se acumula no fígado se a ingestão de álcool ou de açúcar for muito alta.
7. O corpo usa o carboidrato como combustível e não como gordura
A obesidade resulta no excesso de acumulação de gordura alimentar no corpo. Muito pouca gordura é feita no corpo a partir de carboidratos (incluindo o açúcar) ou álcool, porque eles são preferencialmente usados como combustível. Mas se você tem excesso de combustível a bordo, ele será armazenado na forma de gordura, porque temos uma capacidade limitada para armazenar carboidratos.
Como queimar gordura corporal
6. As mulheres precisam de gordura para fertilidade
A gordura do corpo desempenha um papel importante na fertilidade feminina. Entre 20 a 30% do peso do corpo de uma mulher madura saudável é justamente gordura – e essa quantidade é nada menos que o dobro da de um homem maduro e saudável. Se o nível cai abaixo de cerca de 18%, a ovulação para. Mas se esse nível se eleva para níveis muito altos – como algo em torno de cerca de 50% do seu peso – a ovulação também para. Tudo culpa de um hormônio chamado leptina, que é secretado pelo tecido adiposo (gordura) no sangue de forma proporcional a quantidade de gordura que ele armazena. O cérebro detecta o sinal da leptina no sangue e isso promove a ovulação, quando o nível é suficiente.
5. Alguns ácidos graxos são essenciais
Precisamos de certos ácidos graxos poli-insaturados, os chamados ácidos graxos essenciais (ácidos linoléico e linolênico), em nossa dieta para uma pele saudável. Estes também contribuem para a manutenção da saúde cardiovascular, bem como o bom funcionamento cérebro e visão. Nós podemos obter esses ácidos graxos principalmente a partir de óleos vegetais, nozes e peixes oleosos.
4. Precisamos de gordura para absorver algumas vitaminas
Cerca de 30g de gordura são necessárias todos os dias para promover a absorção de vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K), gordura esta que também obtemos a partir de alimentos gordurosos. Os óleos vegetais são uma importante fonte de vitamina E e o óleo de peixe é a melhor fonte alimentar de vitamina D. Dica: adicionar um pouco de óleo em vegetais verdes e cenouras melhora bastante a absorção de caroteno (vitamina A).
Gordura: 9 coisas que você não sabe sobre ela
3. Gorduras afetam em grande escala o nível de colesterol no sangue
O nível de colesterol no sangue é um dos principais determinantes do risco de doença cardíaca coronária. Não é à toa que desde que a gente se entende por gente, temos que visitar um laboratório para fazer exames de sangue de rotina e verificar como anda nosso colesterol. Pesquisas mostram que substituição de ácidos gordos saturados por ácidos gordos poli-insaturados reduz o nível de colesterol no sangue e também reduz a incidência da doença, mas não a mortalidade. Hoje em dia, estes níveis elevados de colesterol são mais eficazmente tratados com estatinas, um grupo de substâncias lipoproteícas. Ainda assim, o objetivo da saúde pública é reduzir os níveis médios de colesterol.
2. Nem toda gordura saturada é ruim
Nem todas as gorduras saturadas aumentam o colesterol no sangue. Os efeitos do colesterol estão relacionados ao láurico, mirístico e palmítico (o último é encontrado no óleo de palma). Em geral, o que é mais eficaz para reduzir o colesterol é substituir ácidos graxos saturados por óleos ricos em gorduras monoinsaturadas (como azeite e óleo de canola) ou ácidos graxos polinsaturados (soja e óleo de girassol), ao invés de reduzir a ingestão de carboidratos. Por exemplo, substituindo a manteiga ou banha de porco por azeite de oliva como sua principal fonte de gordura pode reduzir o colesterol LDL em cerca de 10%.
1. A ingestão de gordura saturada no mundo está estável
As políticas de alimentação e nutrição mudaram a oferta de alimentos. No Reino Unido, por exemplo, a ingestão de energia por meio de gordura e ácidos graxos saturados caiu de 42% e 20% no início de 1970 para 35% e 12% até 2000, respectivamente. Permanecem nesse nível desde então. Entre 1987 e 2000, os níveis médios de colesterol no sangue caíram de 5,7 mmol/L para 5,2 mmol/L. Apesar do aumento contínuo da obesidade e do diabetes, a morte por doença cardiovascular caiu, principalmente devido a melhores tratamentos e melhorias no controle de fatores de risco como pressão arterial, tabagismo e colesterol.

Alimentos transgênicos: 10 mitos que muita gente acredita

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O que você realmente sabe sobre os alimentos transgênicos? Existe uma grande mística em torno dos alimentos geneticamente modificados, mas o que realmente é verdade e o que é mito? No final deste ano, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos pode aprovar a comercialização das primeiras maçãs geneticamente modificadas. Embora ainda leve algo em torno de dois anos para que elas cheguem de fato aos supermercados e à mesa do consumidor final, um outro comerciante que ouviu dessa intenção já se agilizou para rotular suas maçãs como “não transgênicas”. Essa “defesa”, antes mesmo do ataque, só deixa ainda mais evidente o quão controverso esses alimentos são, e quão pouco sabemos e falamos sobre eles. Durante a última década, a controvérsia em torno dos transgênicos inclusive provocou tumultos em todo o mundo e o vandalismo de culturas nos Estados Unidos, no Reino Unido, na Austrália e nas Filipinas. Em maio, o governador de Vermont, nos Estados Unidos, assinou uma lei que provavelmente irá torná-lo o primeiro estado dos EUA a exigir rótulos de ingredientes geneticamente modificados; mais de 50 nações já os tem como obrigatórios. O argumento do senador de Vermont, David Zuckerman, é que agora, “como consumidores, nós somos cobaias, porque nós realmente não entendemos” o que são os transgênicos. Então está na hora de entendermos, não?
O que são os transgênicos, afinal?
A verdade é que os alimentos transgênicos têm sido estudados intensamente, mas parecem muito incompreendidos pelo sociedade em geral. As maçãs de que falamos foram modificadas com genes de Granny Smith e Golden Delicious (variedades de maçãs) para suprimir a enzima que causa o escurecimento da fruta. Os biólogos também introduziram genes para fazer as macieiras mais resistentes a herbicidas. Essas características já dominam os mais de 430 milhões de hectares de culturas de alimentos geneticamente modificados que foram plantadas em todo o mundo. Os cientistas estão trabalhando em variedades que sobrevivem a outras doenças, secas e inundações também. Então, o que, exatamente, é que os consumidores têm a temer? Resposta: muito pouco, ou quase nada. Vamos a alguns mitos que muita gente acredita, para explicar porque eles não representam o perigo que todo mundo acha:
1. Dizem que a engenharia genética é uma tecnologia radical Os seres humanos têm manipulado os genes de alimentos há muitos milênios por reprodução seletiva plantas com características desejáveis. Sim: praticamente todas as nossas culturas alimentares foram geneticamente modificadas de alguma forma. Nesse sentido, os transgênicos não são radicais em tudo, ou pelo menos não tanto quanto parecem. Sua técnica, em essência, não difere drasticamente dessa busca tradicional por vegetais melhores. Veja como funciona a produção de transgênicos: os cientistas extraem um pouco de DNA de um organismo, modificam ou fazem cópias dele, e então o incorporam no genoma da mesma espécie ou de uma outra. Eles fazem isso ou por meio de bactérias para entregar o novo material genético, ou atirando pequenas pelotas de metal revestidas de DNA em células de plantas, meio como uma arma carregada de genes. Enquanto os cientistas não podem controlar exatamente onde esse DNA que vem de fora vai parar, eles podem repetir a experiência até finalmente obter um genoma com a informação certa no lugar certo – fazendo assim o alimento mais perfeito possível. Esse processo permite uma maior precisão para a agricultura. Peggy G. Lemaux, um biólogo da Universidade da Califórnia (EUA), explica que “com os transgênicos, sabemos qual é a informação genética que estamos usando, sabemos para onde vai no genoma, e podemos ver se ele está perto de um alérgeno ou uma toxina. E isso não é verdade quando você cruza diferentes variedades no processo tradicional de plantação. Sem a ajuda da genética, o processo se transforma em uma loteria.
2. Dizem que os transgênicos são muito novos para sabermos se são de fato perigosos Depende de como você define “novo”. As plantas geneticamente modificadas apareceram pela primeira vez em laboratório há 30 anos e se tornaram um produto comercial em 1994. Desde então, mais de 1.700 estudos de segurança a respeito desses alimentos já foram publicados, incluindo cinco longos relatórios do Conselho Nacional de Pesquisa dos EUA, que incidem sobre a saúde humana e a saúde do meio ambiente também. O consenso científico é que os transgênicos existentes não são mais ou menos arriscados do que as culturas convencionais. São apenas diferentes. Alimentos transgênicos: o que são? É seguro comê-los?
3. Dizem que os agricultores não podem replantar as sementes geneticamente modificadas Os chamados exterminadores de genes, que podem tornar as sementes estéreis, nunca de fato saíram do escritório de patentes na década de 1990. As empresas de sementes exigem que os agricultores assinem acordos que proíbem a replantação a fim de garantir as vendas anuais, mas Kent Bradford, um cientista botânico na Universidade da Califórnia, garante que os produtores comerciais de grande porte normalmente não guardam sementes de qualquer maneira. O milho é um híbrido de duas linhas da mesma espécie, de modo que suas sementes não passam traços para a próxima geração. Sementes de algodão e de soja poderiam ser salvas, mas a maioria dos agricultores não se incomoda com isso. O motivo, segundo Bradford, é bem simples: a qualidade da semente deteriora, o que faz com que essa prática não seja rentável.
4. Dizem que nós simplesmente não precisamos de alimentos transgênicos, porque existem outros tipos de alimentos Ok. Os transgênicos provavelmente não vão resolver sozinhos TODOS os problemas alimentares do mundo. Mas com as mudanças climáticas e o crescimento da população ameaçando o abastecimento de alimentos, culturas geneticamente modificadas poderiam aumentar significativamente a produção alimentar. “Os transgênicos são apenas uma ferramenta para garantir a segurança alimentar do planeta quando tivermos mais dois bilhões de habitantes até 2050?, diz Pedro Sanchez, diretor de Agricultura e Alimentação da Central de Segurança do Instituto da Terra da Universidade Columbia (EUA). Ele reforça que os transgênicos não são a única resposta, mas com certeza são um apoio essencial que não pode ser ignorado.
5. Dizem que os transgênicos causam alergias, câncer e outros problemas de saúde Muitas pessoas se preocupam que a engenharia genética introduza proteínas perigosas, especialmente alérgenos e toxinas, na cadeia alimentar. É uma preocupação razoável porque, teoricamente, é possível que um novo gene possa expressar uma proteína que provoque uma resposta imune. É por isso que as empresas de biotecnologia consultam o departamento de alimentos dos governos sobre potenciais alimentos transgênicos e realizam uma extensa bateria de testes sobre sua alergia e toxicidade. Se o produto não for seguro, o governo pode simplesmente proibi-lo de ser comercializado. Alimentos transgênicos causaram tumores em ratos: mito ou realidade?
6. Dizem que todas as pesquisas sobre os transgênicos foram financiadas pela Big Ag Vamos começar do começo. A “Big Ag” é um complexo de 6 grandes empresas que são as responsáveis pela produção de 3/4 dos pesticidas utilizados em todo o mundo. São elas: Monsanto, Syngenta, Dow AgroSciences, DuPont, Bayer e BASF. As 5 primeiras dessa lista também vendem mais da metade das sementes utilizadas no mundo todo por agricultores – o que naturalmente inclui uma leva de sementes geneticamente modificadas. Com toda essa abrangência – e interesse direto na questão dos transgênicos – é normal que as teorias da conspiração acreditem que o grupo financie as pesquisas para esconder uma verdade obscura e superpolêmica. Mas isso simplesmente não é verdade. Durante a última década, centenas de pesquisadores independentes publicaram estudos de segurança e revisão de levas e mais levas de alimentos transgênicos. Pelo menos uma dúzia de grupos médicos e científicos em todo o mundo, incluindo a Organização Mundial de Saúde e a Associação Americana para o Avanço da Ciência, afirmaram que os alimentos transgênicos atualmente aprovados para o mercado são totalmente seguros.
7. Dizem que culturas geneticamente modificadas exigem que os agricultores façam uso excessivo de pesticidas e herbicidas Essa afirmação requer um pouco de análise. Dois transgênicos relevantes dominam o mercado atualmente. O primeiro permite que as culturas expressem uma proteína a partir da bactéria Bacillus thuringiensis (Bt), que é tóxica para determinados insetos. Esse também é o ingrediente ativo em pesticidas utilizados pelos agricultores orgânicos. E, pasme: os alimentos cultivados com Bt têm exigido um uso drasticamente reduzido de inseticidas químicos em algumas regiões, segundo Bruce Tabashnik, entomologista da Universidade do Arizona (EUA). O segundo permite que produção tolere o herbicida glifosato, para que os agricultores possam pulverizar campos inteiros e ainda matar apenas as ervas daninhas. O uso do glifosato tem subido nos EUA uma vez que estes transgênicos foram introduzidos em 1996. Mas o glifosato é um dos mais leves herbicidas disponíveis, com uma toxicidade 25 vezes menor do que a cafeína, por exemplo. Seu uso tem diminuído a dependência de alternativas mais tóxicas, como a atrazina.
8. Dizem que os transgênicos criam superinsetos e superervas daninhas Se os agricultores usam apenas e confiam cegamente no Bt ou no glifosato, então a resistência a pesticidas é inevitável, segundo Tabashnik. Isso é análogo a antibióticos, que criam bactérias mais resistentes a eles com seu uso excessivo. É um problema crescente, que tem uma solução: a prática de manejo integrado de pragas, que inclui a rotação entre culturas. O mesmo vale para qualquer tipo de agricultura, não só a transgênica. Nos EUA, fazendeiros notam desvantagens em cultivar transgênicos
9. Dizem que os transgênicos prejudicam espécies de insetos benéficos Isso foi em parte desmentido. Os inseticidas Bt se anexam a proteínas encontradas nos intestinos de alguns insetos, matando espécies selecionadas. Para a maioria dos insetos, um campo de culturas Bt é mais seguro do que um pulverizado com um inseticida que mata indiscriminadamente. Mas as borboletas monarcas produzem as mesmas proteínas como uma das pragas-alvo da Bt, e um experimento de laboratório feito em 1999 na Universidade Cornell (EUA) mostrou que alimentar larvas com serralha revestida em pólen do milho Bt poderia matá-las. Cinco estudos publicados em 2001, no entanto, descobriram que as monarcas não estão expostas a níveis tóxicos de pólen Bt em estado selvagem. Em 2012, um estudo realizado pelas Universidades de Iowa e de Minnesota sugeriu que glifosato resistente a transgênicos é o responsável pelo recente declínio populacional monárquico. O herbicida da serralha (única fonte de alimentos das larvas) mata dentro da cultura e nas imediações onde é aplicado.
10. Dizem que genes modificados se espalham para outras culturas e plantas silvestres, derrubando o ecossistema A primeira parte certamente poderia ser verdade: plantas trocam material genético o tempo todo por meio de pólen, que carrega seu DNA – incluindo quaisquer possíveis trechos geneticamente modificados. Mas, de acordo com Wayne Parrott, geneticista na Universidade de Georgia (EUA), o risco para fazendas vizinhas é relativamente baixo. Para começar, é possível reduzir a chance de polinização cruzada pelo escalonamento do calendário de plantio, de modo que os campos polinizam durante diferentes intervalos de tempo.
Agricultores que trabalham com a cultura de transgênicos adjacente a campos orgânicos já fazem isso. E se algum pólen transgêncio florescer em um campo orgânico, não vai necessariamente anular o estatuto orgânico. Mesmo os alimentos que carregam o rótulo de não transgênicos podem ser 0,5% transgênicos em peso seco. Viu só? Os alimentos transgêncos não são os monstros que muitos acreditam que são. Se você tem alguma informação legal para compartilhar sobre esse assunto, ou completar o que falamos nesse artigo, fique à vontade para falar nos comentários!

O leite e suas diferenças…

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Cada leite tem sua vantagem e suas desvantagens, saiba um pouco mais sobre cada tipo….
Leite de vaca
Este é o leite mais rico em lactose, tipo um açúcar que é também o que o torna indigesto para quem tem intolerância à lactose. Além da lactose, o leite de vaca é rico em gordura, mas quando refrigerado, a gordura costuma separar-se do leite. Mas com opções de leite com 1%, 2% e sem gordura à disposição, não há por que evitar o leite de vaca por causa da gordura. O leite de vaca tem os maiores níveis de proteína que é conhecida como “proteína completa”, ou seja, tudo que o corpo precisa para absorver aminoácidos e transformá-los em proteínas e também tem os maiores níveis de cálcio e uma quantidade expressiva de vitamina B. Geralmente, o leite integral é considerado o mais saboroso.
Leite de cabra
O leite de cabra tem menos lactose, mas é rico em gordura (de cadeia menor), sendo assim mais fácil de digerir, o que também faz com que o leite não se separe da nata quando armazenado no refrigerador. É rico em vitamina A, o colesterol do leite de cabra sendo mais baixo é mais prontamente absorvido pelo corpo humano e também é rico em cálcio. Algumas pessoas não gostam do sabor do leite de cabra, uma mistura de doce com salgado, e do seu cheiro.
Leite de soja
Feito a partir dos grãos de soja, o leite de soja não tem lactose alguma, e é o preferido por quem está procurando uma dieta livre desse açúcar, colesterol (o ruim) ou de produtos de origem animal. Em relação às proteínas, embora o leite de soja seja rico nelas, também pode dificultar sua absorção e a de minerais pelo corpo humano. É o leite que pode vir nos mais diversos sabores, com uma variedade capaz de agradar um grupo bem maior de pessoas.
Leite de amêndoas
Contém a maioria das vitaminas do leite de origem animal e menos proteínas.
Leite de arroz
Falta de muitos nutrientes, proteínas e vitaminas.
Leite de coco
É o mais rico em gorduras saturadas e calorias que o mais gordo dos leites animais, mas tem pouco colesterol. E existem também os leites enriquecidos, geralmente com a adição de cálcio, proteínas ou diferentes tipos de vitaminas.

FONTE: http://hypescience.com/


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