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O que ocorreu com a gordura trans dos nossos alimentos?

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Quando olhamos os alimentos industrializados nos supermercados nós temos a impressão de que ganhamos a batalha contra ela. A gordura trans hidrogenada realmente não está mais lá e todos os rótulos se gabam disso com grande ênfase. "Zero gordura trans". Isso ocorreu após uma determinação da Anvisa para que os valores dessa gordura fossem discriminados nos rótulos. Não houve a necessidade de se regular ou proibir o uso da mesma. Foi a informação dos efeitos deletérios dessa gordura às pessoas em geral que atuou como um sensor para a rejeição dos alimentos ricos em gordura trans. Isso, por si só garantiu que a indústria freasse a mão pesada no uso desse ingrediente. Infelizmente não conhecemos a extensão da determinação da Anvisa em nossa saúde, pois padarias, bares, lanchonetes e restaurantes não sofreram qualquer interferência em suas atividades culinárias no uso da gordura hidrogenada. Isso certamente faz com que o efeito protetor da medida seja muito menor, pois não basta que as bolachas recheadas estejam livres de gordura hidrogenada se o pão doce da padaria continua a usá-la com a mesma liberdade de antes. Nos Estados Unidos, houve grande comemoração no início de mês de fevereiro, quando saiu a última pesquisa revelando uma redução de cerca de 58% nos níveis sanguíneos da gordura hidrogenada em adultos caucasianos. Toda expectativa traz a certeza de que o engajamento da população, indústria de alimentos e redes de restaurantes e lanchonetes responderam ao apelo do governo restringindo o uso da gordura hidrogenada em todos os segmentos relacionados à produção e comercialização de alimentos. Atualmente, várias grandes cidades americanas, incluindo Nova York, baniram a gordura hidrogenada de seus cardápios. Os efeitos dessa medida, garantem os estudiosos e idealizadores do programa americano, poderão ser aferidos nos próximos anos, com a redução de milhares de casos de infartos do miocárdio e mortes prematuras anualmente. Isso serve como estímulo para que as metas para o futuro sejam ainda mais arrojadas no sentido de garantir a estabilidade das mudanças e ainda ampliar seu campo de atuação. No Brasil, a opinião pública foi fundamental na mudança de postura da agência reguladora e da indústria de alimentos, mas isso ainda é pouco. A próxima etapa é instituir regras mais rigorosas para bares, padarias, lanchonetes e restaurantes no sentido de que eles também devem se adequar às evidências de que não há mais lugar para a gordura hidrogenada em nossas refeições e lanches. Por enquanto, os brasileiros ainda consomem frituras, bolos, pães, massas, sorvetes e até o rosbife de carnes magras como o lagarto, ainda preparados com a famigerada gordura do mal. Uma lembrança que em tempos de Páscoa sempre nos vêem à mente são que os níveis de gordura hidrogenada nas colombas pascais, principalmente aquelas de docerias famosas, são os mais extravagantes da atualidade, como se esses alimentos pudessem fugir às regras que valem para tantos outros alimentos industrializados. A de que eles respeitar a saúde de seus consumidores e seguir à tendência mundial de abolir a gordura trans.
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Os riscos dos remédios que reduzem o colesterol

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Os recentes alertas da agência reguladora americana de alimentos e remédios, o FDA, a cerca do risco das estatinas deixaram de cabelo em pé médicos e pacientes. Trata-se do grupo de remédios mais vendidos no mundo e dele fazem parte a sinvastatina, a atorvastatina, a rosuvastatiana, cujos nomes comerciais são bem conhecidos, devido à popularidade dos mesmos. São eles o Zocor, Vytorim, Zetsim, Crestor, Vivacor, Lipitor, Citalor, além de tantos similares das mesmas estatinas. A arte médica de tratar as doenças é justamente a de pesar os riscos e os benéficos dos medicamentos. Todos eles têm benefícios que deve ser bem superiores aos seus riscos. Esse princípio serve para todos os medicamentos, inclusive para os ditos naturais, que diferente do que muitas pessoas acreditam, também interferem em nosso sistema biológico e são passíveis de efeitos colaterais. Sabemos pouco a cerca desses efeitos em fitoterápicos e medicamentos naturais porque eles são usados muito menos frequentemente e são envolvidos em muito poucos estudos. Com relação às estatinas, o que sabíamos até então é que poderiam causar dores musculares e alterações no fígado e por isso o tratamento deveria ser monitorizado com dosagens regulares das enzimas musculares (Cpk) e hepáticas (TGO e TGP). Agora, os nossos cuidados devem ser mais amplos, pois estudos científicos importantes têm revelado que esses medicamentos podem causar elevação da glicose no sangue e problemas de memória. Parece inclusive que a incidência e intensidade dessas alterações são diretamente proporcionais à dose da estatina utilizada. Nossa maior preocupação recai sobre os diabéticos e pré-diabéticos em todo o mundo. Neles, as metas do colesterol são extremamente rigorosas e recebem nossas prescrições de estatinas com níveis de colesterol aceitas como normais em pessoas não diabéticas. E essa atitude também é baseada em importantes trabalhos científicos, que revelam um aumento considerável na proteção cardiovascular desses pacientes quando mantemos seu colesterol bem baixo. De uma maneira geral, a redução do colesterol está inquestionavelmente relacionada a menor incidência de doença cardiovascular e a última pesquisa populacional, realizada nos Estados Unidos em 2010, revelou isso. Uma proporcionalidade entre a queda do colesterol no sangue dos americanos e uma menor taxa de mortalidade pelas doenças do coração. É bem sabido que os americanos estão aderindo ao controle do tabaco, que estão se alimentando melhor e que as doenças cardiovasculares estão sendo tratadas mais precocemente e com mais eficiência. Entretanto, uma relação direta entre o controle do colesterol e a queda na mortalidade cardiovascular está muito bem definida e comprovada. Quando abordamos o tratamento do colesterol, nós sabemos que muitos casos de hipercolesterolemia não podem ser combatidos com dieta, pois decorrem de uma maior produção de colesterol pelo fígado. Esses pacientes precisam receber estatina para se proteger e não deverá ser diferente a partir desses novos conhecimentos . De agora em diante, além de cuidarmos dos músculos e fígado desses pacientes, nós devemos investigar alterações de memória e risco de diabetes. Principalmente naqueles que se encontram no limiar de risco da doença, os pré-diabéticos. Não no sentido suspender a estatina, mas com o objetivo de intensificarmos sua necessidade de fazer dieta e se exercitar.

Pessoas obesas têm mais fome, mas não necessariamente comem mais

Pessoas acima do peso podem desejar mais uma pizza bem quente, mas não necessariamente comem mais em uma única sessão do que as magras, de acordo com um estudo novo. A pesquisa queria saber se pessoas obesas e magras respondem diferentemente às “sugestões de alimentos”, e se o fazem, como a mente traduz esses diferentes níveis de “desejo de comer”. O estudo contou com 52 mulheres de peso normal e 52 com sobrepeso. Elas foram expostas à vista e ao cheiro de pizzas e os pesquisadores mediram quanto elas salivaram, bem como as respostas psicológicas. Enquanto as participantes magras não salivaram muito, as com sobrepeso salivaram cerca de um terço mais do que o habitual. Elas também tinham mais desejo de comer, medido por uma escala padrão. Contudo, elas não comeram mais, mesmo depois de ter sido dito para comerem a vontade. Isso significa, segundo os pesquisadores, que o excesso de peso não necessariamente vem de comer mais de uma refeição, mas devido à sua sensibilidade aos estímulos, elas podem comer com mais freqüência. É uma descoberta potencialmente importante, porque essa sensibilidade à comida pode incentivar os “lanches” e as beliscadas durante o dia, além de outros hábitos alimentares ruins que estão associados com o aumento do consumo de energia, com excesso de peso e ganho de peso. O estudo não pode responder por que pessoas obesas são mais ligadas ao alimento. Não está claro, por exemplo, se elas nascem assim ou se os hábitos alimentares aprendidos e desenvolvidos ao longo do tempo provocam uma mudança. Embora todos os sujeitos deste estudo fossem mulheres, os pesquisadores suspeitam que as conclusões também se apliquem aos homens.

Dietas de baixa gordura não funcionam e fazem mal para você

Mais difícil do que perder peso, é manter o peso ideal. Pesquisas indicam que apenas uma em cada seis pessoas com sobrepeso conseguem manter mesmo apenas 10% de sua perda de peso. Eu sei o que você deve estar pensando: é porque as pessoas fecham a boca quando fazem dieta, mas depois que perdem peso, voltam a comer de tudo e engordam novamente. Porém, os cientistas informam que o "reganho" de peso nem sempre tem a ver com "relaxamento" da pessoa: a biologia também desempenha um papel importante. Após a perda de peso, a taxa com que as pessoas queimam calorias diminui – deixando o metabolismo mais lento. O menor gasto energético aumenta a dificuldade em manter o peso. Outra prova de que a biologia interfere na dieta é uma pesquisa da Universidade de Melbourne, na Austrália, que descobriu que mesmo depois de um ano em dieta, nossos hormônios ainda ficam fora de controle – nos dando uma sensação de fome. Essa é uma batalha que temos que lutar todos os dias para não comer exageradamente. Por conta disso, um novo estudo afirma que a escolha de uma dieta adequada – que combine com a biologia de seu organismo – é fundamental para impedir que os quilos perdidos voltem para seu corpo. Que dieta devo fazer? Enquanto cada pessoa precisa testar o que funciona melhor para si – e a ajuda de um especialista nisso é importante –, algumas descobertas mostram do que devemos ficar longe.
•Conheça a dieta mediterrânica, a mais saudável do mundo Por exemplo, o estudo do Hospital Infantil de Boston (EUA) revelou que as populares dietas de baixa gordura não são boas em termos de manter o peso mais tarde, além de não fazerem bem para a saúde. Dietas com baixo açúcar ou baixo carboidrato, que reduzem o aumento do açúcar no sangue após uma refeição, são preferíveis. Indo além, a dieta de baixo açúcar (baixo índice glicêmico) é ainda melhor porque tem benefícios parecidos com a de baixo carboidrato, sem os efeitos negativos da mesma (estresse e inflamação). As dietas Dieta de baixo índice glicêmico (variedade de frutas, vegetais, grãos integrais, proteínas e gorduras saudáveis): ajuda a estabilizar o nível de açúcar no sangue e o metabolismo; afasta a fome; promove bem-estar e performance física e mental. Dieta de baixa gordura (reduz todo tipo de gordura, e foca em grãos, frutas e vegetais): desacelera (torna lento) o metabolismo; impacta negativamente a resistência à insulina e lipídios; pode aumentar a fome; é difícil de ser seguida, pois restringe muito uma classe de nutrientes. Dieta de baixo carboidrato (diminui os carboidratos, incluindo frutas e grãos): estabiliza o metabolismo; impacta negativamente no estresse e inflamação; pode diminuir a fome; pode ser difícil de ser seguida, pois restringe muito uma classe de nutrientes. O estudo 21 participantes adultos, com idades de 18 a 40 anos, tinham que perder 10 a 15% do seu peso corporal, e em seguida passar pelas três dietas em ordem aleatória, cada uma por quatro semanas. Esse modelo permitiu que os cientistas observassem como cada dieta afetava os participantes, independentemente da ordem em que foram consumidas. As dietas usadas foram:
•Dieta baixa em gordura, que reduz a gordura dietética e enfatiza grãos integrais e uma variedade de frutas e vegetais, composta por 60% de carboidratos, 20% de gordura e 20% de proteína;
•Dieta de baixo índice glicêmico, composta de grãos de minimamente processados, vegetais, gorduras saudáveis, legumes e frutas, com 40% de carboidratos, 40% de gordura e 20% de proteína (carboidratos com baixo índice glicêmico são digeridos lentamente, ajudando a manter o açúcar no sangue, assim como os hormônios, estáveis após a refeição);
•Dieta baixa em carboidratos, modelada após a dieta de Atkins, composta por 10% de carboidratos, 60% de gordura e 30% de proteína. Os pesquisadores mediram o gasto total de energia dos participantes enquanto eles seguiam cada dieta. A dieta muito pobre em carboidratos produziu as maiores melhorias no metabolismo, mas com uma ressalva importante: aumentou os níveis de cortisol dos participantes, o que pode levar à resistência à insulina e doença cardiovascular, além de elevar os níveis de proteína C reativa, que também podem aumentar o risco de doença cardiovascular. Já a dieta baixa em gorduras causou a maior redução no gasto de energia, um padrão lipídico insalubre e resistência à insulina. Conclusão Segundo os pesquisadores, ao contrário de dietas de baixo carboidrato e gordura, a dieta com baixo índice glicêmico não elimina classes inteiras de alimentos, o que a torna mais fácil de ser seguida e mais sustentável. Além disso, ela é a melhor para a saúde.
•Como nunca mais precisar fazer uma dieta Sendo assim, se você quer perder peso visando a mantê-los no futuro, essa é uma boa aposta. Outro estudo também sugere que você mude de estratégia depois de perder peso – manter o peso é outra história, e além de hábitos saudáveis, a cabeça pode ajudar de duas formas: sempre nos lembrando o motivo pelo qual devemos controlar nosso peso, e nos dando pequenas gratificações depois de atingirmos metas de dietas e exercícios.

Obesidade e pouco sono andam de mãos dadas

Falta de sono pode levar à obesidade? Uma pesquisa feita na Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, e publicada no periódico especializado "The American Journal of Human Biology", revela ligação entre obesidade e insônia, e explora como a falta de sono impacta a regulação de apetite, debilita o metabolismo da glicose e aumenta a pressão sanguínea. "A obesidade se desenvolve quando a quantidade de energia que entra é maior que a quantidade gasta. Uma dieta inadequada e a falta de atividade física têm um papel importante quando se fala de obesidade, mas um fator adicional pode ser a falta de sono", afirma a antropóloga biomédica Kristen Knutson, líder do estudo. "A insônia geralmente desregula o apetite e leva a um consumo maior de energia". Segundo Knutson, dormir menos de seis horas está altamente relacionado com índices maiores de massa corporal. Seus estudos mostraram como sinais cerebrais, que controlam a regulação do apetite, sofrem impactos com restrições do sono. A secreção de alguns hormônios, como a grelina e a leptina, que aumentam o apetite e indicam quando o corpo está satisfeito, respectivamente, é desregulada. "Apenas nos Estados Unidos, estima-se que 18% dos adultos dormem menos que seis horas, o que totaliza 53 milhões de pessoas que estão associadas ao risco da obesidade", explica a estadunidense. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a obesidade é o quinto principal problema de saúde pública no mundo, levando ao óbito 2,8 milhões de adultos a cada ano. No Brasil, a doença vem crescendo em ritmo alarmante. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais da metade da população adulta do país está acima do peso. Por isso, uma boa noite de sono é sempre recomendável.

Cura para a insônia? Cientistas descobrem enzima que suprime o sono

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Pesquisadores americanos descobriram o gatilho químico que suprime o sono e acorda as pessoas, que também pode ser bloqueado para produzir um sono melhor. "O sono é regulado por um delicado equilíbrio entre os processos biológicos, o meio ambiente e o comportamento, mas os mecanismos envolvidos nesse regulamento não são bem compreendidos", disse o autor do esutdo, Dr. Subimal Dutta. "O objetivo final da minha pesquisa é aprofundar a compreensão de como o sono é regulado a nível celular, o que ajudaria a encontrar as causas e curas para uma variedade de distúrbios do sono". O cientista disse que o bloqueio de uma certa enzima causou tanto o estágio REM (movimento rápido dos olhos) e não REM do sono, ambos necessários para se manter saudável. "Os tratamentos atuais para distúrbios do sono não alcançam o resultado ideal de comportamento, e são geralmente acompanhados de muitos efeitos colaterais indesejáveis", acrescentou o Dr. Dutta. "Uma abordagem mais específica para tratar estes distúrbios, promovendo o tratamento da insônia, seria de grande benefício para a saúde pública".

Como levar uma vida criativa – e mais saudável

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Muito se fala hoje sobre inovação e a importância da criatividade para “mudar o mundo”, uma ou outra dica sobre como se tornar criativo. Ao invés de deixar a criatividade apenas para os momentos em que você precisa dela, que tal viver uma vida mais criativa? Depois de assistir a uma palestra sobre o tema, a colunista da CNN Amanda Enayati resumiu as lições dadas por Tony Wagner, professor do Centro de Tecnologia e Empreendedorismo da Universidade de Harvard (EUA). Confira: 1 – Olhe para dentro de si É muito fácil culparmos as circunstâncias externas quando não conseguimos algo: falta de tempo, falta de apoio da família, falta de condições financeiras… Embora tudo isso possa atrapalhar, se você não apoiar a si mesmo, nem todas as circunstâncias do mundo vão ser o bastante. “No fim das contas, o caminho para a inovação exige uma força interna, uma disciplina espiritual”, diz. De vez em quando, tape os ouvidos e ouça a si mesmo. Feche os olhos e olhe para dentro de si. 2 – Acredite em si e na sua visão de mundo Parece um conselho óbvio, mas nem sempre colocamos fé em nossas próprias ideias. Você sabe dizer o que considera realmente importante? O que você deseja? Experimente escrever em um caderno as coisas das quais você mais gosta. “Todos temos ideias e percepções, mas você não consegue seguir seu sonho e suas visões se não der voz a eles”, aponta a colunista. 3 – Continue aprendendo Seja por preguiça, desânimo ou mesmo falta de autoconfiança, às vezes achamos que não vale a pena continuar aprendendo coisas novas. Ao fazer isso, deixamos de lado uma das melhores características humanas: o potencial para o aprendizado. “Wagner recomenda que você continue estudando coisas que são importantes para você, e continue se desenvolvendo em uma especialidade, dentro ou fora de sala de aula”, diz. 4 – Redefina “falha” e abrace a iteração Errar é chato – especialmente quando outras pessoas descobrem. Como tudo na vida, porém, tem um lado bom: é sinal de que tentamos e, além disso, pode ser fonte de experiência. “Ninguém quer falhar, mas ao mesmo tempo você não pode perseguir uma paixão ou um propósito sem uma grande dose de tentativa, erro e múltiplas falhas”, aponta. Para ajudar, vale a pena trocar o conceito de “falha” por outro, capaz de refletir as coisas boas trazidas quando não obtemos sucesso. “Wagner prefere o termo ‘iteração’, um conceito que envolve o processo contínuo de criação, teste, análise e refinamento de uma ideia ou produto”. 5 – Divirta-se Se você quiser levar uma vida inovadora simplesmente por obrigação, vai se cansar logo. Além disso, criatividade, imaginação e inovação tendem a aparecer enquanto você se diverte. Músicas, excursões, esportes que você aprecia, trabalhos voluntários envolventes… Invista em coisas que lhe fazem bem e não te deixam entediado. 6 – Aprenda a ouvir pontos de vista e ideias diferentes Estamos tão acostumados a reforçar nossas próprias visões de mundo que, muitas vezes, nem queremos ouvir quem pensa de forma diferente. Quantas vezes você começou a conversar com alguém e, quando descobriu que o outro discordava de você sobre algo, parou de prestar atenção – e, ao invés disso, começou a pensar em como convencê-lo a mudar de ideia? “Leia artigos bem fundamentados com opiniões opostas às suas, estude História e leia bons romances, explore outras religiões como forma de entender o mundo”, sugere Amanda. Como podermos ter certeza sobre nossos pontos de vista se não soubermos o que existe além deles? 7 – Torne-se um mestre Não, não estamos falando necessariamente em títulos acadêmicos (embora seja um bom exemplo de estudo), e sim de qualquer habilidade que exige treino e dedicação: esportes, artes marciais, cursos superiores, desenho, fotografia, culinária… A lista é interminável. Buscar a maestria em uma área da qual você goste é um desafio enriquecedor e ilimitado – assim como nosso potencial para aprender. 8 – Busque autorreflexão “Wagner enfatiza a importância de se estabelecer uma prática que exija de sua mente, como meditar, escrever um diário, caminhar, praticar yoga”, enumera a colunista. Como vivemos cercados por distrações (especialmente quando conseguimos acessar a internet até mesmo via celular), não é fácil manter o foco em uma atividade. Pronto para o desafio?

Novo composto torna dentes à prova de cáries

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"A marca mais recomendada pelos dentistas". Este famoso jargão, que você já deve ter ouvido pela boca de vários fabricantes de creme dental em comerciais de TV, pode perder seu sentido em breve. Pesquisadores da renomada Universidade Yale, em New Haven (Connecticut, EUA), parecem ter descoberto uma substância boa demais para ser verdade: em não mais que 60 segundos, ela mata todas as bactérias causadoras de cáries. Este novo herói dentário é uma molécula, batizada de Keep 32 ("mantém 32", na tradução literal), uma referência ao número total de dentes da arcada. O vilão número 1 a ser combatido é a temível bactéria Streptococus Mutans, velha conhecida daqueles que têm preguiça de passar fio dental depois de cada refeição. O composto, que vem sendo pesquisado desde 2005 por dois pesquisadores chilenos radicados nos Estados Unidos, opera de uma maneira muito simples. Uma vez em contato com a boca, a Keep 32 executa um procedimento bioquímico que promove um verdadeiro arrastão entre os dentes: em cerca de um minuto, não sobra nenhuma bactéria viva para contar a história. Durante horas, sua boca fica livre de invasoras e limpa como você provavelmente nunca terá sentido antes. Depois de sujar os dentes novamente, basta mais uma aplicação e "zás"!, a boca está tinido novamente. Quando teremos acesso a essa maravilha? A utilização da molécula será muito simples: depois de ativada, a substância pode ser misturada não apenas a qualquer creme dental, flúor ou outro produto de higiene bucal, como também a balas, chocolates ou outras guloseimas! Isso significa que o ato de mascar chicletes, por exemplo, deixará de ser um potencial causador de cáries para se tornar mais um soldado na limpeza de suas gengivas. A estimativa dos cientistas é adaptar o produto para uso comercial em 14 a 18 meses, ou seja, até o final de 2013. Até lá, recomendamos que você continue escovando bem os dentes.


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fonte:noticias net,Por Citen e outros.

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