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Os perigosos laços da medicina com a indústria farmacêutica

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Nos últimos meses, um tema polêmico tem aparecido mais frequentemente na mídia: o potencial prejuízo que o "inevitável" laço entre medicina e indústria farmacêutica pode causar nos pacientes. Muitos artigos e estudos têm argumentado que a indústria farmacêutica se utiliza de táticas e estratégias imorais e nada éticas para vender remédios que absolutamente não ajudam os doentes. Pior: um novo estudo publicado no respeitado periódico Proceedings of the National Academy of Sciences revelou que a fraude é um verdadeiro problema em publicações científicas, problema que tem aumentado no decorrer das décadas. O estudo analisou 2.047 artigos sobre pesquisas biomédicas desacreditadas e retraídas de publicações científicas, e constatou que a maior razão para a sua retração não foram erros honestos (não propositais), mas sim pura fraude. Enquanto isso, um médico inglês, Benjamin Goldcare, denunciou um comportamento condenável da indústria farmacêutica: em busca de proteger os próprios interesses econômicos, os laboratórios farmacêuticos nem sempre liberam os remédios ao mercado com a garantia de que farão bem aos pacientes.
Para vender esses remédios ineficazes, as empresas forjam ou só publicam estudos acadêmicos e resultados de testes favoráveis sobre eles, escondendo totalmente o fato de que alguns apresentam efeitos colaterais perigosos. Se você acha que já ouviu o suficiente, prepare-se para conhecer a pior parte de tudo isso: tal comportamento não é ilegal. No Brasil, a entidade que libera remédios para uso comercial é a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), um órgão ligado ao Ministério da Saúde. Existem 23 laboratórios oficiais ligados à Anvisa que fornecem medicamentos para o Sistema Único de Saúde (SUS). As centenas de laboratórios privados, no entanto, estão sob observação menor (para não dizer sem observação): o único controle rigoroso acontece no momento de permitir que a empresa abra. Uma vez operantes, os produtores detém o controle sobre os testes, ou seja, os próprios laboratórios atestam a qualidade do medicamento que eles mesmos fabricam. O sistema de teste e aprovação dos remédios coloca controle excessivo nas mãos dos fabricantes, de forma que eles quase sempre podem definir qual o veredicto sobre qualquer medicamento em fase de experimentos.
"Suicídio profissional"
O psiquiatra britânico David Healy, odiado por colegas que até tentaram revogar sua licença médica, argumenta que seus semelhantes estão cometendo "suicídio profissional" ao não abordar sua relação perigosamente íntima com a indústria farmacêutica. Os conflitos entre medicina e indústria são conhecidos há muito tempo. Um deles são os "presentes" que médicos ganham de fabricantes de remédio, que alguns consideram ser uma tentativa clara de "comprar" o profissional para que ele passe a receitar a medicação. Nos EUA, por exemplo, só em 2004 as empresas farmacêuticas gastaram cerca de US$ 58 bilhões (cerca de R$ 116 bi) em marketing, 87% dos quais foram destinados diretamente a cerca de 800 mil norte-americanos com o poder de prescrever medicamentos. O dinheiro foi gasto principalmente em amostras de medicamentos gratuitos e visitas a consultórios médicos, que estudos confirmam que aumentam a prescrição de medicamentos de marca e os custos médicos sem melhorar o atendimento. Nos EUA, a legislação diz que as empresas farmacêuticas devem revelar quais médicos aceitaram qualquer pagamento ou presente com valor maior de US$ 10, e descrever as quantidades exatas aceitas e seu propósito em um site público. Porém, esse site só vai estar em funcionamento em 2014, talvez. Healy nem acha que aceitar dinheiro dos fabricantes seja o pior problema (embora já tenha ficado demonstrado que pode ser prejudicial). Para ele, o fato das empresas repetidamente esconderem informações importantes sobre os riscos de seus medicamentos é que é o verdadeiro problema. Nesse ponto, Healy acha que as publicações científicas têm um pouco de culpa também. Ele disse, por exemplo, que já teve dificuldade em publicar dados anteriormente ocultos: a publicação foi rejeitada.
Embora as revistas médicas obriguem empresas farmacêuticas a registrarem todos os seus ensaios clínicos com o Instituto Nacional de Saúde dos EUA se quiserem publicá-los, essa não é uma exigência legal. Eles ainda podem esconder dados relevantes da Administração de Drogas e Alimentos americana ao não divulgar testes clínicos que eles nunca tentaram submeter a publicação. "A questão-chave a curto prazo é o acesso aos dados. Temos que insistir nisso", afirma Healy. "Médicos recebem a indústria e ouvem sobre seus remédios. Eu não acho que seja um problema enorme que sejam pagos para isso. O grande problema é que se você perguntar pelos dados, eles não podem mostrar a você. Isso é não é ciência, isso é marketing". No Brasil, o Código de Ética Médica e a Resolução nº 1.595/00 do Conselho Federal de Medicina proíbem aos médicos a comercialização da medicina e a submissão a outros interesses que não o benefício do paciente. Também é proibida a vinculação da prescrição médica ao recebimento de vantagens materiais. A RDC 102/00 da Anvisa ainda proíbe a indústria farmacêutica de oferecer prêmios ou vantagens aos profissionais de saúde envolvidos com a prescrição ou dispensação de medicamentos.
A questão é: em até que ponto essas resoluções são fiscalizadas? Recentemente, em fevereiro desse ano, um acordo inédito foi firmado entre o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), estabelecendo parâmetros para a relação entre médicos e indústrias. Entre outras resoluções, ficou decidido que a presença de médicos em eventos a convite da indústria deve ter como objetivo a disseminação do conhecimento técnico-científico, e não pode ser condicionada a qualquer forma de compensação. Também, somente despesas relacionadas ao evento podem ser cobridas pela indústria.
Quanto a brindes e presentes, eles devem estar de acordo com os padrões definidos pela legislação sanitária em vigor, devem estar relacionados à prática médica, e devem expressar valor simbólico (que não ultrapasse um terço do salário mínimo nacional vigente). Além disso, foram estabelecidas regras para visitação comercial a médicos, que dizem que o objetivo das visitas deve ser contribuir para que pacientes tenham acesso a terapias eficientes e seguras, e que os empresários devem informar os médicos sobre as vantagens e riscos dos remédios. Esse acordo inédito parece mostrar bastante boa vontade de ambas as partes de agir no melhor interesse do paciente. Mas, como diria o ditado, "de boas intenções o inferno está cheio". A dúvida que permanece é: o quão a sério profissionais de saúde e empresários estão levando esses parâmetros? Nós, os pacientes, estamos seguros, ou somos duplamente vítimas: das doenças e dos remédios?

Remédios para emagrecer: a maioria não funciona

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Uma pesquisadora da Universidade do Oregon revisou estudos sobre remédios para emagrecer, e trouxe más notícias para os que esperam um remédio mágico para perder peso: isso não existe. Remédios para emagrecer são uma mentira Melinda Manore revisitou as evidências de centenas de suplementos para perda de peso, uma indústria que só nos Estados Unidos movimenta U$ 2,4 bilhões (R$ 4,21 bi). De acordo com ela, não existe nenhuma comprovação de eles ajudam aperder peso significativamente, e muitos ainda trazem problemas de saúde.
Alguns produtos, como o chá verde, fibras e suplementos com pouca gordura, podem ter benefícios modestos na perda de peso (cerca de dois quilogramas), mas é importante saber que a maior parte dos remédios foram testados como parte de uma dieta de redução de calorias. "Para a maioria das pessoas, a não ser que elas alterem a alimentação e comecem a se exercitar diariamente, nenhum suplemento vai ter um impacto grande", comenta Manore. Manore analisou remédios que entram em quatro categorias: produtos que bloqueiam a absorção de gordura ou carboidratos, estimulantes como a cafeína e a efedrina que aumentam o metabolismo, produtos que contém ácido linoleico conjugado, que modificam a composição do corpo diminuindo as gorduras, e supressores de apetite, como as fibras solúveis. Ela descobriu que muitos produtos não passaram por bons testes clínicos, que examinassem a efetividade do remédio, e a maior parte das pesquisas não incluiu exercício físico. A maioria dos produtos mostrou menos de um quilo de redução do peso, quando comparado aos grupos com placebo. "Eu não sei como você elimina o exercício da equação", comenta Manore. "O exercício é crucial não só para perder peso e manter a massa muscular, mas também para manter o peso".
Em geral, o que as pessoas querem é perder peso e manter ou aumentar a massa magra. Não há evidência de que algum suplemento faça isso. E alguns têm efeitos colaterais, desde simples, como gases, até muitos sérios, como derrames e problemas de coração. Manore comenta que a chave para perder peso é comer alimentos integrais, frutas, vegetais e carnes magras, reduzir o número de calorias ingeridas, e se manter em movimento. Dependendo do indivíduo, aumentar a quantidade de proteínas pode ser bom (especialmente aqueles que não querem perder a massa magra), mas o único modo de perder peso é modificar o estilo de vida. "Adicionar fibras, cálcio, proteína e tomar chá verde pode ajudar", afirma. "Mas nenhum desses vai ter muito efeito a não ser que você se exercite, coma frutas e vegetais".
As linhas gerais de Manore, sobre estilo de vida, incluem:
Não saia de casa pela manhã sem ter um plano para a janta. Comer espontaneamente geralmente dá margem para opções mais pobres. Comece a refeição com muita salada, molhos de baixa caloria ou uma sopa com base de legumes. Você vai se sentir muito mais cheio e não vai comer tanto depois. Melhor ainda: peça apenas um aperitivo como extra à salada. Ache formas de se manter em movimento, principalmente se o seu trabalho é sedentário. Manore afirma que ela usa telefones sem fio para poder andar enquanto conversa. Durante reuniões longas, peça para ficar em pé ou caminhe por pequenos períodos, assim você não fica sentado o tempo todo. Coloque vegetais em toda refeição possível. Coloque no molho da massa, junto às carnes, ou apenas coma frutas e vegetais sempre que der fome. Aumente as fibras. A maioria das pessoas não come fibras suficientes. Tente comer as frutas e vegetais ao invés de bebê-los. Comer uma maçã é melhor do que um suco de maçã. Também é melhor comer alimentos que ocupam mais espaço, como frutas maiores. Elimine os alimentos processados. Manore comenta que algumas pesquisas mostram que esse tipo de comida é pior para a digestão.

Remédio para emagrecer: os que estão em uso podem ser perigosos

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Pesquisadores da Faculdade de Dartmouth, nos Estados Unidos, recentemente contestaram a segurança de remédio para emagrecer. Eles contestaram especificamente dois medicamentos aprovados no país pela Administração Federal de Drogas (FDA), dizendo que a aceitação do órgão não é nenhuma garantia. A maioria dos remédios para emagrecer não funciona Remédio para emagrecer pode ser perigoso Os cientistas reanalisaram os dois produtos aprovados em 2012 para a perda de peso a longo prazo – cloridrato de lorcaserin (nome comercial Belviq, da Eisai Inc.) e fentermina/topiramato (nome comercial Qsymia ou Qnexa, da Vivus Inc) – e chegaram à conclusão de que eles não são livres de riscos.
Os testes feitos pelos comerciantes das drogas mostraram que elas, juntas de uma dieta de restrição calórica e aumento de exercício físico, foram associadas a uma maior perda de peso em pacientes do que nos que receberam placebo (3% mais a perda de peso com lorcaserin e 7% mais com fentermina/topiramato). O problema é que ambas as drogas têm sido associadas a danos graves. Seus rótulos incluem advertências sobre problemas de memória, atenção, linguagem e depressão. Além disso, os pesquisadores afirmam que os testes de ambas as drogas não puderam concluir que os remédios não causavam danos cardiovasculares. Por conta desse motivo, nenhuma delas está no mercado da Europa, nem do Brasil. A Agência Europeia de Medicamentos relatou que sua probabilidade de aprovar o lorcaserin era baixa, por causa de preocupações sobre possíveis cânceres, distúrbios psiquiátricos e problemas nas válvulas cardíacas. O órgão também rejeitou explicitamente fentermina/topiramato duas vezes – a primeira em 2012 e novamente em 2013.
Aparentemente, os EUA acabaram aprovando os remédios quando algumas das preocupações envolvidas com as drogas foram resolvidas pelos fabricantes – mas não as advertências sobre os lesões cardiovasculares graves. No entanto, a FDA permitiu a comercialização dos medicamentos, exigindo das empresas apenas a realização de testes pós-aprovação para avaliar os danos, o que os cientistas consideram um absurdo. "A decisão do FDA de aprovar ambas as drogas e exigir testes pós-aprovação em vez de segurança pré-aprovação é preocupante", disseram os pesquisadores Drs. Steven Woloshin e Lisa Schwartz. "Nós não concordamos. Embora as opções de tratamento sejam limitadas, a obesidade não é uma emergência – nem sequer é uma doença, mas sim um fator de risco para doenças".
No Brasil, apenas dois medicamentos para emagrecer são aprovados pelo Ministério da Saúde – o orlistat e a sibutramina, utilizados para combater a obesidade. Ano passado, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão da fabricação, importação, comercialização, manipulação e uso do insumo farmacêutico ativo lorcaserin. Qnexa também não é vendido por aqui. Porém, os remédios comercializados no nosso país também não são um mar de rosas e possuem seus riscos. Remédios para emagrecer são bons ou ruins?
A sibutramina trabalha aumentando a sensação de saciedade, mas também pode aumentar a pressão e os batimentos do coração – pessoas com IMC menor de 30, com mais de 65 anos, crianças e adolescentes com histórico de diabetes tipo 2, hipertensão, colesterol alto, doenças no coração ou transtornos psiquiátricos devem evitar esse medicamento. O orlistat impede a gordura de ser absorvida pelo corpo e seus efeitos colaterais incluem dor abdominal, urgência fecal, fezes gordurosas, desordem dentária, aumento do número de evacuações, dor de cabeça, dor nas costas, ansiedade, infecção no trato respiratório superior, gripe, edema, febre e pressão arterial baixa. No geral, o Centro Brasileiro de Informação sobre Medicamentos (CEBRIM) afirma que a utilização de drogas contribui apenas de forma modesta e temporária para a redução de peso, por isso elas nunca devem ser usadas como única forma de tratamento. Além disso, há preocupações com reações adversas graves e desenvolvimento de dependência.

A verdade sobre o colesterol

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Durante anos, a medicina convencional nos disse que os níveis elevados de colesterol contribuem para doenças cardíacas e, como resultado, os médicos têm instruído seus pacientes a manter esses níveis baixos a praticamente qualquer custo. Estudos recentes, no entanto, demonstraram que esta abordagem de tudo ou nada para o colesterol e doenças cardíacas é falha e pode resultar em algumas consequências adversas inesperadas.
Fatos Colesterol é um sólido ceroso, o colesterol é um tanto um lípido (gordura), como um esterol (álcool esteroide a partir do qual são produzidos hormônios esteroides). Ele passa por toda a corrente sanguínea, ligado a triglicerídeos e fosfolipídios e, juntos, os três são conhecidos como uma lipoproteína. Existem dois tipos de lipoproteínas – lipoproteínas de alta densidade (HDL) e lipoproteínas de baixa densidade (LDL). As primeiras têm taxas de proteína superiores à proporção de gordura, enquanto o contrário acontece no segundo caso. Ingerir azeite e nozes aumenta os níveis do bom colesterol As LDL transportam colesterol em todo o seu corpo para as células e tecidos que o requerem, enquanto as HDL coletam qualquer excesso de colesterol e o entregam para o fígado, que pode usá-lo para produzir bile, ou então reciclá-lo. Se houver excesso de gordura e colesterol no sistema, haverá muitas LDLs e, ao invés de entregar o colesterol necessário, elas vão começar a depositar colesterol extra nas artérias, o que pode causar aterosclerose, bloqueios e ataques cardíacos.
O corpo faz seu próprio colesterol Necessário para uma variedade de funções, quase todas as células do organismo podem produzir o seu próprio colesterol. Quando os níveis estão baixos, uma proteína sinaliza as células para produzirem duas outras proteínas – uma que faz o colesterol e outra que ajuda as LDLs a recuperar o colesterol. Embora as células possam criar colesterol, o fígado é o produtor principal do corpo, e faz o suficiente para partilhar com outras partes do corpo. Para fazer colesterol, o corpo precisa de carbono, o bloco de construção mais básico da vida, presente numa grande variedade de alimentos, incluindo gorduras, proteínas e carboidratos. Na verdade, você pode ter uma dieta completamente livre de colesterol, e seu corpo ainda vai fazer toneladas de colesterol.
O colesterol é necessário para a produção de vitamina D e hormônios sexuais A fim de transformar a luz solar em vitamina D, necessária para um sistema imunológico saudável e ossos fortes, o corpo mantém uma forma de colesterol na sua pele que absorve a radiação do sol e a converte em uma substância na qual o fígado trabalha para transformar em hidroxivitamina D. Esta é, em seguida, enviada para os rins, que a convertem em vitamina D utilizável. Da mesma forma, os esteróis no colesterol (álcoois esteroides) são elementos essenciais para a criação de hormônios sexuais humanos (que são esteroides), incluindo estrogênio, progesterona e testosterona.
O colesterol é necessário para formar o revestimento exterior de células Componente importante da membrana plasmática – o revestimento exterior de células -, a rigidez do colesterol ajuda a sustentar a estrutura da célula e pode afetar a sua fluidez, chegando a impedir que a membrana congele. O colesterol é fundamental para a produção de bile O corpo converte o colesterol em sais biliares que são secretados na bile. A bile quebra as gorduras no trato digestivo, transformando-as em pequenos pedaços, adequados para interagir com enzimas digestivas, e também ajuda o intestino delgado a absorver gorduras. Quer reduzir o colesterol? Chocolate é uma boa, mas vá com calma Doenças cardiovasculares não atingem principalmente pessoas com colesterol alto De acordo com o cirurgião cardíaco Mehmet Oz, menos da metade das pessoas que entram em hospitais com doenças cardiovasculares têm colesterol alto. Ter um alto colesterol "bom" não significa que você é menos propenso a ter um ataque cardíaco Não necessariamente. Em um estudo de 2012, publicado no The Lancet, revelou-se que quando uma pessoa tem alta taxa de HDL simplesmente devido à predisposição genética, ela não tem um menor risco de ataque cardíaco.
Medicamentos de estatina não são completamente benignos ou previvem mortes por doenças do coração Pacientes tratados com estatina queixam-se de uma variedade de efeitos colaterais indesejados, incluindo dor muscular, fadiga e esquecimento. Além disso, embora um único estudo tenha mostrado uma taxa menor de mortalidade por doenças cardíacas em mulheres que tomaram estatinas, a maioria das pesquisas não mostra nenhuma diferença entre pessoas que tomam estatinas e pessoas que não tomam. Na verdade, o único grupo para o qual as estatinas têm mostrado consistentemente um efeito benéfico são homens de meia-idade que já sofreram um ataque cardíaco.
Comer alimentos ricos em colesterol não aumenta o colesterol no sangue Ainda que, anos atrás, pessoas com níveis elevados de colesterol fossem alertadas contra o consumo de alimentos ricos em colesterol, como ovos e camarão, uma melhor compreensão da nutrição revelou que o colesterol nos alimentos tem muito menos efeito sobre o colesterol no sangue do que outros tipos de alimentos, particularmente gorduras saturadas.
Colesterol "bom" pode diminuir risco de Alzheimer Colesterol alto não significa uma vida curta Em um estudo de 2003 que analisou 4.521 homens e mulheres com idades entre 65 e 94 anos, ao invés de o colesterol elevado ser culpado pela expectativa de vida mais curta, constatou-se que o baixo colesterol foi correlacionado com um maior risco de morte prematura. Inflamação, ao invés das LDL, pode ser um melhor preditor de doença cardíaca Pesquisas mostraram repetidamente uma ligação entre a proteína C-reativa (PCR), um "marcador de inflamação no corpo", e doenças do coração. E, embora o debate ainda esteja aberto, muitos acreditam que a PCR pode ser um melhor indicador para o desenvolvimento de doenças cardíacas do que altos níveis de colesterol "ruim" (LDL).
O maior contribuinte para a inflamação (e doenças cardíacas) podem ser carboidratos com alto índice glicêmico Os carboidratos mais fáceis de digerir, como os encontrados na maioria dos alimentos processados??, bem como açúcares, pães disponíveis comercialmente e doces, são denominados de "alto índice glicêmico". Isto significa que se transformam em açúcar no sangue (glicose) mais rápido do que os alimentos glicêmicos mais baixos. Estudos recentes estão começando a identificar uma forte ligação entre o consumo de alimentos com alto índice glicêmico e doenças do coração. Muitos sentem que a causa é que o aumento da glicose estimula a inflamação, a produção de gordura e a resistência à insulina.

Remédio para emagrecer pode acabar com cirurgias de estômago

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Cientistas estão desenvolvendo um remédio para emagrecer que possui o mesmo efeito da cirurgia de estômago para ajudar pacientes obesos a perder peso. Os pesquisadores criaram hormônios de efeito duradouro, que fazem com que os cérebros dos pacientes pensem que eles já comeram o suficiente. A abordagem imita o que acontece quando pacientes obesos mórbidos são submetidos a operações bariátricas para ajudá-los a se livrar da gordura extra. Os cientistas da Faculdade Imperial de Londres, no Reino Unido, acabam de terminar os primeiros testes em pacientes com resultados positivos, e agora estão se preparando para iniciar experimentos maiores. Eles esperam que o uso da droga se torne uma alternativa mais segura para a cirurgia, que é cara e possui diversas restrições, só podendo ser realizada em uma pequena quantidade de pacientes.
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Segundo o professor Steve Bloom, chefe da divisão de diabetes, endocrinologia e metabolismo da faculdade e pesquisador do estudo, a cirurgia de balão intragástrico (em que uma espécie de bexiga é colocada no estômago para "roubar" espaço da comida e fazer a pessoa perder a fome) funciona muito bem em pacientes. "Porém, há uma pandemia mundial de obesidade, que está levando as pessoas a morrer de doenças relacionadas. Nós não podemos realizar a cirurgia em metade da Europa, por exemplo", diz. Por isso, conta o professor, a equipe se perguntou se não haveria outra forma de utilizar o princípio da cirurgia, mas sem a necessidade da operação em si. "Se você tem um problema com intestino e não aguenta muita comida, o órgão envia sinais para o cérebro dizendo para que a pessoa não coma tanto. A cirurgia engana o estômago, que pensa haver um problema e envia essas mensagens de saciedade para o cérebro", explica Bloom. De acordo com dados de 2012, 48,5% da população brasileira está acima do peso e 15,8% dos brasileiros são obesos. Nos países desenvolvidos, esse percentual é ainda maior: nos Estados Unidos, por exemplo, a porcentagem de obesos já chega a alarmantes 35,8% da população, o que ocasiona diversos outros problemas de saúde, tais como doenças cardíacas, diabetes e aumento do risco de câncer.
No Brasil, o que assusta os especialistas é o grande crescimento do número de pessoas que recorrem à mesa de cirurgia para perder peso. Segundo dados do Ministério da Saúde, o país é o segundo em número de cirurgias de redução de estômago no mundo todo, só perdendo para os EUA. São 72 mil cirurgias por ano, de acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), o médico Almino Ramos. E esse número tem crescido 10% ao ano. De 2006 para cá, o crescimento foi de 275%. Muitos pacientes que se submetem à operação sofrem complicações e precisam de uma nova cirurgia e também já houve um pequeno número de mortes registradas após essas intervenções.
Inicialmente, pensava-se que a cirurgia bariátrica funcionava ao reduzir a quantidade de alimento que pode ser digerida pelo estômago. No entanto, foi descoberto, em pacientes operados, níveis elevados de hormônios da saciedade, os sinais químicos liberados pelo organismo para controlar a digestão e a sensação de fome no cérebro. Os pacientes que se submeteram a cirurgia também apresentam menos vontade de consumir alimentos gordurosos, por isso acredita-se que os hormônios mudam o desejo dos pacientes para comer. O objetivo de Steve Bloom e sua equipe é descobrir quanto peso é possível ser perdido usando três desses hormônios. Em seus experimentos, pacientes obesos usarão uma bomba intravenosa, mantida em torno de sua cintura, para liberar doses pequenas e regulares dos hormônios GLP-1, OXM e PYY no organismo. Esses hormônios normalmente duram apenas alguns minutos no corpo humano, por isso é preciso que sejam liberados continuamente. No entanto, o professor Bloom e seus colegas também desenvolveram versões desses hormônios que podem durar até uma semana. Isso significa que os pacientes poderiam controlar seu apetite com uma única injeção semanal. "O objetivo, a longo prazo, é desenvolver medicamentos de longa duração, de maneira que as pessoas possam tomar uma injeção uma vez por semana, sem a necessidade de operação", conta.
"Cada paciente reage de uma maneira diferente após a cirurgia. Talvez um terço dos pacientes não perca peso o suficiente, talvez alguns percam demais e não se pode ajustar esse efeito. No caso de um medicamento, você pode alterar a dose muito facilmente e isso vai lhe dar muito mais controle sobre quanto peso cada pessoa perde", completa.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Fonte: fonte: outras Fonte:[AsapScience, Uol, info]

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fonte:noticias net,Por Citen e outros.

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