ALCOLISMO

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Anúncios contra álcool induzem algumas pessoas a beberem mais

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Campanhas publicitárias feitas para evitar que pessoas bebam e fumem acabam, por provocar culpa, tendo o efeito contrário. De acordo com especialistas em marketing a situação é pior do que a perda de dinheiro e de esforço – eles podem, literalmente, causar o mar que tentam prevenir. Indivíduos que já se sentem culpados podem ter uma reação negativa que dispara a vontade de beber ou de fumar ainda mais. Essa reação é um mecanismo de defesa e o "raciocínio" seguido pelas pessoas é que o que é mostrado na propaganda (como acidentes de carro, em propagandas falando sobre bebida e trânsito) só acontece com os outros. A lógica por trás desses anúncios é assustar as pessoas o suficiente para que elas parem de ter esses comportamentos. Esses resultados foram obtidos por um estudo que analisou mais de 1200 estudantes universitários, que associavam as propagandas com culpa ou vergonha. Os estudantes que tinham emoções parecidas com as transmitidas pelo anúncio declararam que achavam que os acidentes, as brigas, e todas as conseqüências negativas veiculadas pelas propagandas não aconteceriam com eles. Eles concordavam que outros pudessem sofrer as conseqüências, mas não que eles corriam esse risco. Segundo os experts em marketing, a propaganda deve ter exemplos de pessoas resistindo à tentação do cigarro e da bebida e não mostrar as conseqüências de seu uso.


Álcool: mesmo em quantidades minimas prejudicam na capacidade de dirigir veículos

Muita gente encara a senilidade e a perda gradual de memória como processos irreversíveis e naturais do ser humano. Mas você pode tomar algumas medidas, desde jovem, para evitar que a velhice traga esses problemas com tanta intensidade. O cérebro pode envelhecer mais lentamente se você souber o que fazer. Muitas pessoas que atingem a casa dos 60 anos passam a temer o mal de Alzheimer. Sendo uma doença de raízes genéticas, não pode ser evitada dependendo do seu DNA. Mas a maior parte dos casos de demência que atingem a terceira idade tem muito pouco ou nada a ver com genética: são consequências diretas de certos hábitos de vida. O senso comum criou a ideia, nas últimas décadas, de que a receita para manter seu cérebro "jovem" é fazer atividades mentais como sudoku e palavras cruzadas. É um engano. O próprio coordenador do Instituto de Saúde Mental dos EUA, Majid Fotuhi, se encarrega de desmentir isso. O neurologista americano garante que a melhor maneira de manter a mente saudável é fazer o mesmo com o corpo. Manter-se em forma é o primeiro passo para garantir a longevidade cerebral. Ao lado disso, como explica o médico, é importante manter-se socialmente ativo, interagindo com outros grupos de pessoas. O Dr. Fotuhi pratica dança de salão desde a juventude, e recomenda esta atividade como uma das melhores para o objetivo. Uma recente descoberta, feita com o que há de melhor no campo da ressonância magnética, revelou que o exercício constante pode literalmente fazer o cérebro crescer. O hipocampo cerebral geralmente começa a perder entre 1% e 2% de seu volume por ano a partir dos 50 anos. Mas a atividade física regular reduz sensivelmente esse encolhimento. Uma pesquisa da Universidade de Illinois (EUA) comprovou isso, em um estudo com 120 adultos. Depois de um ano se exercitando sob supervisão dos cientistas, os participante tiveram em média aumento de 2% do volume do hipocampo. Os cientistas enfatizam, no entanto, que não é recomendável só começar a se preocupar com isso quando você atingir a idade onde o ser humano está sujeito à demência. Quanto mais jovem você começar a trabalhar para evitar esse problema no futuro, melhores serão os resultados.


Música alta faz as pessoas beberem muito mais

Uma equipe de pesquisadores ingleses descobriu que música alta faz com que o cérebro ache o gosto do álcool mais doce, o que por sua vez faz com que as pessoas em bares e baladas bebam mais. O psicólogo Lorenzo Stafford e sua equipe reuniram 80 indivíduos, e os dividiram em diferentes ambientes, alguns com muita distração e outros com nenhuma distração (desde música com volume muito alto a ler uma reportagem). Os participantes foram então estimulados a beber álcool e classificar o sabor das bebidas em doçura, teor alcoólico e amargor. Os cientistas descobriram que os participantes classificaram as bebidas como mais doces quando estavam distraídos por música alta. Segundo o Dr. Stafford, as pessoas naturalmente preferem alimentos doces, e a diferença de doçura do álcool percebida pelos participantes quando eles estavam distraídos pela música alta versus qualquer outra coisa foi significativa o suficiente para concluir que a música alta tocada em clubes e bares pode realmente incentivar as pessoas a beber muito mais do que beberiam normalmente. Além disso, os frequentadores de balada podem não ter consciência da força da sua bebida enquanto as batidas altíssimas insistentemente danificam seus tímpanos. E ainda podemos fazer uma reflexão sobre a reação que a música alta pode causar: se a música estimula o consumo excessivo de álcool, e o consumo excessivo de álcool aumenta as chances de sexo irresponsável, o sexo irresponsável leva a mais disseminação de DSTs, então quem sabe os DJs do mundo inteiro estão disseminando gonorréia por aí… Muitos perigos envolvidos, não?


8 dicas para aumentar sua tolerância ao álcool e não ser o bêbado idiota da festa

ATENÇÃO: esse artigo não é recomendado para menores de 18 anos.
Festas de fim de ano. Você tem grandes planos: impressionar seus chefes, sogros, se divertir, conhecer alguém legal, etc etc etc. Para dar um empurrãozinho a suas intenções, você se dirige às bebidas e se arma com um copo na mão. Pena que a desinibição causada pela bebida pode ir daí para pior muito rápido: em questões de minutos ou horas, você se torna o "bêbado" da festa, quebrando coisas, ofendendo pessoas, sendo demitido e/ou abandonado, e efetivamente arruinando a sua vida. •Por que, afinal, é tão difícil beber com moderação? Ninguém quer isso, não é mesmo? Confira então algumas dicas para não ser "o inconveniente" ou "a garota dançando em cima da mesa": O embaraçoso estado de embriaguez Antes de chegar às preciosas dicas, precisamos entender como nosso corpo metaboliza o álcool, de forma a combater os desastres potenciais causados por ele. O álcool, depois de ingerido, é absorvido principalmente a partir do intestino delgado pelas veias que recolhem o sangue do estômago e dos intestinos, e pela veia portal, que conduz sangue para o fígado. A partir daí, é transportado para o fígado, onde é exposto a enzimas e metabolizado. O conteúdo de álcool no sangue é influenciado por fatores ambientais (tais como a taxa de consumo de bebidas alcoólicas, a presença de alimento no estômago, e o tipo de bebida alcoólica) e por fatores genéticos (variações nas principais enzimas metabolizadoras de álcool, a álcool desidrogenase (ADH) e a aldeído desidrogenase 2 (ALDH2)).
Dica 1: coma bem Comer é absolutamente essencial. Beber com o estômago vazio é uma receita para o desastre e um erro de principiante. Se não puder comer antes de sair de casa, leve um lanche ou coma onde estiver bebendo. Como o conteúdo de álcool no sangue é afetado pelo conteúdo gástrico, tente comer algo mais substancial se for beber. Proteínas e gorduras demoram mais tempo para serem digeridas, assim ficarão em você por mais tempo e continuarão a lhe ajudar a não ver o mundo rodando. Se estiver em um coquetel, coma um canapé sempre que puder.
Dica 2: escolha sabiamente O teor de álcool é fundamental para determinar quão bêbado você pode ficar, mas há outros fatores que você deve considerar ao escolher o que beber. Vinho tinto e destilados escuros como uísque geralmente contêm produtos químicos que podem lhe dar dor de cabeça e bagunçar seu senso de inibição depois de apenas uma ou duas horas. Cada pessoa reage a bebidas de forma diferente, de modo que você pode fazer alguns testes e ver como elas lhe afetam antes de beber descontroladamente em uma festa de fim de ano. Além disso, evite bebidas açucaradas. Elas aumentam seus níveis de açúcar no sangue, levando-o a um pico de energia, seguido de cansaço e/ou dores de cabeça muito antes de a festa acabar. Além disso, elas lhe enchem e deixam menos espaço para consumir coisas melhores. •Quer beber menos? Escolha um copo reto
Dica 3: beba água O álcool é um diurético, o que significa que você vai fazer xixi para caramba, o que, por sua vez, pode levar à desidratação. Isso vai lhe causar uma bela ressaca. Além disso, um cérebro desidratado não funciona bem, o que irá agravar a sua sensação de embriaguez. Lembre-se: a água é sua melhor amiga. Não refrigerantes ou outras bebidas não alcoólicas, água. O melhor é tomar um copo de água para cada bebida alcoólica que você consome. É difícil? Sim. Você vai fazer mais xixi ainda? Sim. Porém, você continuará pensando como uma pessoa sã e não como um bêbado atordoado.
Dica 4: descanse antes de beber Você já reparou que, quando está cansado, uma bebida pode lhe acertar como se fosse três? Há um certo número de fatores que contribuem para esse efeito. Para começar, quando estamos cansados, é mais difícil pensar claramente. Os sintomas do cansaço podem se manifestar de forma semelhante à embriaguez. Adicionar álcool real à equação só amplifica esse efeito. Mais além, de acordo com a Universidade de Rochester (EUA), fadiga geral ou cansaço pode conduzir a um conteúdo de álcool no sangue mais elevado do que o normal, já que o fígado é menos eficiente no processamento e/ou eliminação de álcool quando o nível geral de energia é baixo. Depois, como o álcool é um depressor natural, consumir álcool quando cansado pode aumentar seu nível de cansaço e ampliar seus efeitos tradicionais. Embriaguez e cansaço = um bêbado chato e possivelmente incontrolável.
Dica 5: vitamine-se Quando você está bebendo demais, você não só perde água, mas também alguns nutrientes importantes. A falta desses nutrientes pode levar a sintomas de ressaca enquanto você ainda está na festa, diminuindo drasticamente suas habilidades de beber (e suas habilidades sociais). Vitaminas B são uma das primeiras coisas que o álcool chuta para fora de seu corpo. Você também vai precisar de alguns eletrólitos. Escolher algum suplemento que contenha os dois e tomar antes da ou durante a festa pode lhe ajudar.
Dica 6: esqueça a cafeína Tomar café ou energético, ou outras bebidas com cafeína, não vão necessariamente lhe dar mais vitalidade ou tolerância. Embora seja verdade que a cafeína irá mantê-lo mais "acordado", não vai mantê-lo mais sóbrio. Na verdade, isso lhe leva a artificialmente pensar que sim, o que por sua vez pode lhe levar a beber muito mais, mais rápido, gerando experiências horríveis para você. Você também vai estar mais bêbado do que você pensa que está, portanto mais propenso a fazer algo estúpido. Além disso, a cafeína também é diurética, como o álcool, e vai desidratá-lo ainda mais e aumentar suas chances de passar mal. •Beber álcool encolhe o cérebro
Dica 7: considere sua tolerância Bebedores experientes geralmente aguentam beber mais. O álcool é uma toxina, e os nossos corpos se adaptam a metabolizar e lidar com ela. Esse tipo de adaptação leva tempo e repetição. Quanto mais tolerante estamos à toxina, mais lentamente nossos corpos tentam quebrá-la e, assim, mais lenta ela é absorvida na nossa corrente sanguínea. Esta taxa de absorção varia consideravelmente entre os indivíduos; experientes bebedores do sexo masculino, com massa corporal elevada, podem processar até 30 gramas (38 ml) por hora, mas um número mais típico é 10 gramas (12.7 ml) por hora. Sendo assim, se você geralmente não bebe, melhor não querer beber demais no fim do ano. Não interessa quão bem hidratado ou alimentado você esteja, beber muito ainda vai provavelmente lhe cair mal. Outra opção é "treinar seu corpo" para ser tolerante, bebendo mais no período antes da festa para se acostumar com o álcool. Claro que você deve considerar as consequências disso. Alguns estudos dizem que o consumo moderado de álcool faz bem para a saúde, mas com certeza todos apontam que o consumo exagerado faz exatamente o contrário.
Dica 8: não seja besta Se você está tentando ser a "vida da festa" e não o "bêbado detestável", por favor, raciocine. Por exemplo, não entre em algum tipo de competição de bebidas alcoólicas com seus colegas de trabalho ou parentes; essa é obviamente uma situação em que todos só têm a perder. Use sua cabeça, vá devagar, se divirta, e então volte para casa em um táxi. Essa receita deve garantir que você seja convidado para muitas outras festas nos próximos anos.


Alcoólatras agora tem remédio

Autoridades da Agência Sanitária Francesa (AFSSAPS, na sigla em francês) aprovaram o uso da droga Baclofen, originalmente criada para combater espasmos nervosos, para tratar o alcoolismo, seguindo um protocolo de caso para caso. Segundo as autoridades francesas, o Baclofen – nome de laboratório para os remédios Kemstro, Lioresal e Gablofen – não se mostrou totalmente eficiente contra o alcoolismo, mas conseguiu "alguns resultados clínicos positivos em alguns pacientes" e pode se tornar um medicamento para alcoolismo. A história da droga remete à 50 anos atrás. Ela foi originalmente concebida para tratar casos de epilepsia, mas só recebeu licença para ser utilizada em tratamentos contra espasmos. Mas novos interesses surgiram em 2008, com o lançamento do livro "Le Dernier Verre" (A Última Bebida, em tradução livre), do cardiologista Olivier Ameisen, que tratou seu alcoolismo com altas doses de Baclofen. Por isso, a agência francesa fez uma pesquisa, liderada por Philippe Jaury, da Universidade de Paris-Descartes, com 132 alcoólatras graves, que receberam altas doses de Baclofen durante um ano. Os resultados mostraram que 80% se tornaram abstinentes ou alcoólatras moderados. Em comparação, duas drogas comumente usadas no combate ao alcoolismo – naltrexona e acamprosato – conseguiram taxas de sucesso de até 25%. Os efeitos colaterais constatados foram apenas fatiga, insônia, tontura e problemas digestivos. Agora, mais pesquisas precisam ser feitas e Jaury já tem seus voluntários. Ele reuniu 320 alcoólatras e os dividirá em dois grupos a partir de maio. Um grupo receberá Baclofen, em doses progressivas, enquanto outro grupo receberá placebo. Vamos esperar pelos resultados!


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